O Ponto Zero e a Mudança das Eras

Por Gregg Braden
Foto: The Earth-Moon System – NASA Image
Profecias ancestrais e tradições indígenas anteviram o
fenômeno. Mas agora, para surpresa de muita gente, é a própria ciência
que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na
freqüência vibratória da Terra. O ápice do processo, segundo
especialistas, deverá ocorrer em alguns anos e provocará a inversão do
sentido da rotação do planeta e a inversão dos pólos magnéticos.
Este texto é baseado em informações do norte-americano
Gregg Braden, um geólogo, anterior analista de sistemas e engenheiro
aeroespacial, também um guia de peregrinações a lugares sagrados, que
faz conferências e workshops multimídia sobre as mudanças para o Ponto
Zero (The Shift – Zero Point). Braden trabalha a partir da
interface ciência-espiritualidade e é autor de diversos livros e vídeos,
um com o tema Despertando para o Ponto Zero – a Iniciação Coletiva (Awakening to Zero Point – The Collective Initiation),
nos quais aborda o fenômeno do deslocamento ao ponto zero e suas
possíveis conseqüências, bem como sobre o Cinturão de Fótons e outros
eventos. Ele viaja pelos Estados Unidos e outros países mostrando com
provas científicas que a Terra vem passando por uma desaceleração na sua
rotação e, ao mesmo tempo, por um aumento na sua freqüência ressonante.
As apresentações de Braden tratam de:
- Como mudar o padrão que determina como e por que você ama, tem medo, julga, sente e fere;
- A fonte exata, a causa e mecanismos das dramáticas
mudanças que se pode estar experienciando, tais como, mudanças radicais
nos padrões de sono e estados de sonho, nas percepções da aceleração do
tempo e a intensificação de emoções e relacionamentos;
- A ligação direta entre o que se sente e como o corpo
codifica informação genética; como acessar a alteração genética humana
através da mudança da emoção.
“Como testemunhas científicas de eventos sem pontos de
comparação, antigas tradições dizem que a tabela de tempo está intacta;
os eventos de mudança estão acontecendo agora. Cada evento carrega
consigo uma mensagem similar e é um subproduto de alguma coisa muito
mais significativa do que o evento em si. Durante momentos chave na
história da humanidade, sabedoria foi oferecida permitindo indivíduos
experienciarem rápida alteração sem medo. Este é um desses momentos.
Estamos vivendo a conclusão de um ciclo começado perto de 200.000 anos
atrás e um processo de iniciação que foi demonstrado há 2.000 anos” –
Gregg Braden.
O Ponto Zero – É tanto um ciclo de tempo,
quanto uma experiência de vida. Como os ciclos geofísicos convergem para
um ponto no tempo, condições únicas são criadas na Terra marcadas em
lugares sagrados ao longo da história. Indicativos incluem o aumento da
freqüência de base e a diminuição do campo magnético da Terra. A Iniciação Coletiva é a resposta cultural às condições de Ponto Zero,
permitindo fácil acesso a estados de consciência superiores. Culturas
anteriores registraram esses eventos passados oferecendo um mapa-guia
para o presente. Essa é uma mensagem de esperança e compaixão. Quando a
Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência ressonante
alcançar o índice de 13 ciclos (13 Hz), estaremos no que Braden chama de
Ponto Zero do campo magnético. A Terra ficará parada e após dois ou
três dias começará a girar novamente, mas na direção oposta. Isso
produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres, que
deverá ocorrer até 2012 e marcará a Mudança das Eras.
Elevação da freqüência de base –
A freqüência de base da Terra, ou pulsação, chamadaRessonância Schumann
(RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões
geográficas, durante décadas a média foi de 7,83 a 8,6 ciclos/segundo.
Essa medida já foi considerada uma constante e comunicações globais
foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes
relatórios mostram que a partir dos anos 80 e 90 a freqüência se dirige
para uma taxa de 11 a 13 ciclos (hz). Especula-se que a tendência seria
seguir as taxas da Freqüência Fibonacci. A ciência não sabe por que isso
acontece, nem o que fazer com essa situação. Gregg Braden encontrou
dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto,
que não é amplamente tratado nos Estados Unidos. Uma referência à RS foi
encontrada na Biblioteca de Seattle relacionada à meteorologia. A
ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de
temperatura e condições amplas de clima. Braden acredita que a RS
flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas
tempestades e enchentes dos últimos anos.
Ressonância Schumann – A Terra se comporta
como um capacitor, armazenando e liberando carga elétrica em intervalos
específicos. Assim, a Terra pulsa num determinado ritmo, mensurável
como ciclos ou batimentos por segundo, ou Herz (Hz), que significa o
número completo de ondas passando por um determinado ponto numa unidade
de tempo (segundos), por exemplo, 10 ondas passando um ponto fixo,
seriam 10 ciclos por segundo, ou 10 Hz. O físico alemão W. O. Schumann
formulou que a Terra é cercada por um campo magnético que se forma entre
o solo e a parte inferior da ionosfera, camada da atmosfera, a cerca de
100 km acima da superfície da terra. Esse campo possui uma ressonância,
como um espelho, respondendo às excitações elétricas da base da Terra,
daí o nome de Ressonância Schumann (RS). Funciona como um marca-passo,
responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum a todas as
formas de vida no planeta. A carga na “cavidade” eletromagnética entre a
superfície do planeta e o limite interior da ionosfera é de 500.000 C
(Coulumbs). Existe uma corrente de fluxo vertical entre o chão e a
ionosfera de 1 a 3x 10-12 ampéres por m2. A resistência da atmosfera é
de 200 Ohms. O potencial de voltagem é de 200.000 Volts. Aproximadamente
mil tempestades luminosas acontecem a todo o momento no mundo. Cada uma
produz de 0,5 a 1 ampére, e elas juntas contribuem para a medida total
do fluxo da corrente na “cavidade eletromagnética” da Terra. A
Ressonância Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que
existem nessa cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes
o tempo inteiro e têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas
não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta
ou seu núcleo. Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na
atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa.
Ocorrem em diversas freqüências, entre 6 e 50 ciclos p/s,
especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 Hertz, numa variação
diária de +- 0,5 Hertz.
Manchas solares – Enquanto as propriedades
da cavidade eletromagnética da Terra permanecerem iguais, essas
freqüências também ficam inalteradas. Presume-se haver uma mudança
devido ao ciclo da mancha solar, já que a ionosfera da Terra responde ao
ciclo de 11 anos de atividade solar. As RS são observadas mais
facilmente entre 2.000 e 2.200 UT. Visto que a atmosfera suporta uma
carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpresa encontrar tais ondas
eletromagnéticas. As propriedades ressonantes dessa cavidade terrestre
foram estudadas por Schumann e Konig entre 1952 e 1957. Nicola Tesla
também já as conhecia. A primeira representação espectral desse fenômeno
foi preparada por Balser e Wagner em 1960. Os geofísicos consideram a
Ressonância Schumann como sendo o batimento cardíaco da Terra.
Informações técnicas se encontram no livro Handbook of Atmospheric Electrodynamics
de Hans Volland, Vol.1 (CRC Press, 1995). O capítulo 11 inteiro trata
da Ressonância Schumann, escrito por Davis Campbel, do Instituto
Geofísico da Universidade do Alasca.
Campo magnético da Terra decrescente –
Para exemplificar, se pega uma barra de ferro, densa, sem propriedades
magnéticas, nela enrolamos um fio condutor e passamos uma carga elétrica
pelo fio em qualquer direção – a barra de ferro não magnética fica
magnetizada, cria um campo magnético com dois pólos. Mas, se invertermos
a carga elétrica pelo fio ao redor da barra de ferro, mantida na mesma
posição, o campo magnético se anula e se cria um outro campo magnético
na barra com a natureza positiva e negativa dos pólos invertida, pela
simples alteração do fluxo dos elétrons pela barra de ferro na mesma
posição. Os campos magnéticos da Terra resultam da sua rotação em torno
do seu eixo imaginário. Na ausência dessa rotação, os campos magnéticos
resultam em 0 (zero), ou seja, a Terra experiencia um magnetismo nulo.
Ao voltar à rotação, em sentido contrário, novos campos magnéticos se
criam, com polaridade oposta de antes. Elétrons (eletricidade)
movendo-se em sentido circular ao redor de um corpo fixo de ferro
produzem o fenômeno do magnetismo – a força eletromagnética. O corpo
físico da Terra possui quatro camadas de matéria, zonas com diferentes
temperaturas, pressão, densidade e tipos de materiais e componentes
(ferro, níquel). O núcleo interno de ferro e níquel se assemelha ao
exemplo da barra de ferro. O movimento de elétrons ao redor de um núcleo
estacionário de ferro (núcleo da Terra) produz o efeito do campo
magnético. O planeta Terra funciona como um gigantesco dínamo. A rotação
da Terra em torno do seu eixo com o núcleo de ferro/níquel produz um
campo magnético proporcional e também uma carga elétrica. O campo
magnético é mensurável por uma unidade chamada Gauss (que mede a
densidade do fluxo magnético). Quanto mais rápida a rotação, maior a
intensidade e densidade do campo magnético. Quanto mais lenta a rotação,
menor a intensidade e densidade do campo magnético. O que está
acontecendo agora é que o magnetismo planetário está decrescendo.
Pesquisas geológicas detectaram que isso já aconteceu em eras
anteriores. Esses registros geológicos indicam que os campos magnéticos
da Terra sofreram mudança pelos menos 14 vezes nos últimos 4.5 milhões
de anos e também que a intensidade dos campos está 38% menores do que há
2.000 anos atrás. Medições indicam que declinou uma média de 6% para
cada 100 anos. Então, Enquanto a taxa de pulsação está crescendo, o
campo de força magnética está declinando. De acordo com o professor
Banerjee, da Universidade do Novo México, o campo reduziu sua
intensidade à metade nos últimos quatro mil anos. E como um dos
fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a
redução desse campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar
acontecendo. Braden afirma que os registros geológicos da Terra, que
indicam inversões magnéticas, assinalam mudanças cíclicas ocorridas
anteriormente, mas muito poucas devem ter ocorrido ao longo da história
do planeta.
Impacto sobre o planeta – Gregg Braden costuma tranqüilizar
que estas informações não devem amedrontar as pessoas. Ele acredita que
devemos estar preparados para as mudanças planetárias que irão
introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade: iremos além do
dinheiro e do tempo e os conceitos baseados no medo totalmente
dissolvidos. Braden lembra que o Ponto Zero, a Mudança das Eras, vem
sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Ao longo da
história do planeta tem acontecido muita transformação geológica
importante, incluindo as que ocorrem a cada 13.000 anos, precisamente na
metade dos 26.000 anos de Precessão dos Equinócios, que equivale a uma
revolução completa do nosso Sol em torno do Sol Central da nossa
galáxia. O Ponto Zero ou a inversão dos pólos magnéticos, provavelmente
acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se
com o biorritmo de quatro ciclos da Terra que ocorre a cada 20 anos.
Afirma-se que depois do Ponto Zero o Sol nascerá no Oeste e se porá no
Leste. Ocorrências anteriores desse mesmo tipo de mudança foram
encontradas em registros ancestrais.
Reflexos na vida humana – Gregg Braden assinala que as
mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono,
relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a
percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas,
cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular,
sinais de gripe e sonhos intensos. Ele associa uma série de conceitos de
ordem esotérica aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao
Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso
processo de iniciação, o que ele chama de Iniciação Coletiva. O
tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero,
devido ao aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora
equivaleriam a um dia inteiro de 24 horas, daí a sensação psico-mental
ser de 12 horas o equivalente a 24 horas e muitos dizerem que o tempo
está passando rápido. Durante o fenômeno da mudança, aponta ele, a maior
parte da tecnologia que conhecemos deverá parar de operar. Exceções
poderiam ser com aparelhos de tecnologia baseada no Ponto Zero ou
Energia Livre, como preconizado por Nicola Tesla. A inversão causada
pelo Ponto Zero nos colocará na Quarta Dimensão, então tudo que
pensarmos ou desejarmos se manifestará quase instantaneamente. Portanto,
a intenção, o propósito, passará a representar um papel de suma
importância na vida humana.
Um novo ADN (DNA) – Para Braden, nosso
corpo físico vem mudando à medida que nos aproximamos do Ponto Zero.
Nosso ADN estaria sendo ampliado gradativamente para doze fitas em sua
hélice, ao mesmo tempo em que um novo Corpo de Luz se criaria. Em
conseqüência nos tornaríamos mais intuitivos e com maiores habilidades
curativas. Ele afirma também que todas as doenças dos anos 90, incluindo
a AIDS, desaparecerão. Nossos olhos ficariam como os de um gato, para
se ajustarem à nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças
nascidas depois de 1998 provavelmente estão vindo com capacidades
telepáticas. O Calendário Maia, Braden destaca, prevê todas as mudanças
que estão ocorrendo agora. Seus textos afirmam que estamos indo além da
tecnologia e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo.
Por volta de 2012 entraríamos então na Quinta Dimensão, depois do salto
para a Quarta, que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero. Assim, a
realidade tridimensional não existiria mais aqui.
A Mudança das Eras – Um processo de
mudança, sem precedentes, está acontecendo bem agora aqui na Terra. Este
período histórico é chamado de A Mudança das Eras (The Shift of the Ages).
Ele marca o fechamento, a finalização, a conclusão de um paradigma, de
um padrão que perpetuou a ilusão da nossa separação das forças criativas
do universo, para o nascimento de um novo padrão que permitirá
reconhecer a unidade em todas as coisas da vida. Os efeitos da mudança
vão reverberar por todos os aspectos da criação. Cada célula de cada
forma de vida, incluindo nosso corpo, vai reestruturar a sua bioquímica,
para gerar, nutrir, sustentar e assimilar freqüências mais intensas e
arranjos mais complexos de informação radiante que nós denominamos Luz.
Isto foi previsto pelas culturas Hopi, Maia, Asteca, Grega, Egípcia e
bíblica. Transcende as fronteiras das religiões, da ciência e do
misticismo. Esta mudança pode ser comparada, por analogia, com o que
está acontecendo com a água, ou seja, a temperatura do planeta
aumentando e a água passando de estado sólido para líquido ou gasoso,
mas sua estrutura atômica permanece a mesma. Esses átomos em estado
sólido, muito denso (gelo) giram devagar, agora giram mais rápido no
estado líquido, menos denso. Isso também acontece com outros estados de
matéria, com os minerais, que mudam suas expressões externas enquanto
mantêm suas propriedades químicas. Quimicamente a Terra, a sua matéria,
permanecerá a mesma, mas o seu ambiente, o habitat das espécies, os
campos de energia, o magnetismo, as freqüências ressonantes, a pressão
atmosférica, que afetam o complexo celular da Terra, será manifestado no
clima, nos padrões de tempo, temperatura, camada de ozônio, efeito
estufa, etc. E assim também afeta o ser humano. Por muito tempo a Terra
tem funcionado numa faixa específica de freqüência. Toda a matéria, tudo
o que a consciência humana tem experimentado e conhecido, sentido,
tocado, criado, descriado, aconteceu numa banda de freqüência
específica, como um pacote de informação (energia contém informação).
Agora há uma freqüência mais elevada que estava disponível, mas que
ainda não era possível acessar, com a qual o ser humano está procurando
sintonizar-se. É para esta banda de freqüência que cada célula dos
corpos está tentando mapear-se. Nosso objetivo atual é a migração para
uma conexão completa com este novo pacote de informação (ressurreição,
ascensão). Mas isto não se dará automaticamente. Será preciso alcançá-la
através da vontade, do arbítrio correto em escolhas do processo da
vida. Será pela experiência e pela superação consciente dos entraves
para a evolução. A Terra não suportará mais desarmonias, modelos de
medo, dualidade, julgamentos, ou obsoletos sistemas de crença. Ela
somente suportará pacotes, corpos de informação, altamente evoluídos,
como as freqüências crísticas. Esta mudança de padrão de freqüência
vibracional trará uma mudança dimensional. E esta será a Iniciação
Coletiva, o Ponto Zero, A Mudança das Eras.
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